Cardio da Vida
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FIBRILHAÇÃO AURICULAR

A fibrilhação auricular é uma das arritmias mais frequentes, afetando cerca de 2,5% das pessoas com mais de 40 anos.

Apesar de pouco frequente em jovens, a sua prevalência aumenta de forma significativa acima dos 65 anos, estimando-se que uma em cada dez pessoas com mais de 80 anos sofram de fibrilhação auricular.

A fibrilhação auricular é uma arritmia com origem nas aurículas do coração, que se caracteriza por um ritmo cardíaco irregular e, muitas vezes, acelerado.

As aurículas deixam de bombear o sangue de forma adequada para os ventrículos, dilatam e formam-se coágulos de sangue no seu interior, que, caso se libertem para a circulação, podem provocar um  acidente vascular cerebral. Por outro lado, os batimentos irregulares e rápidos fazem com que o coração seja menos eficiente, podendo levar a  insuficiência cardíaca.

Dependendo da sua duração, a fibrilhação auricular pode ser paroxística (minutos a dias), persistente (mais de sete dias) ou permanente (quando se assume que o coração ficará para sempre com a arritmia).

Na maioria dos casos, a fibrilhação auricular surge associada a outros fatores de risco e/ou doenças do coração, tais como a hipertensão arterial, a diabetes, o excesso de peso, o enfarte agudo do miocárdio, as doenças das válvulas cardíacas, entre outras. A fibrilhação auricular pode ainda ser precipitada pelo álcool, pelo exercício intenso, pelo stress e por distúrbios do sono. No entanto, a fibrilhação auricular pode surgir em pessoas saudáveis, sem fatores de risco ou antecedentes de doença cardíaca.

A fibrilhação auricular pode provocar palpitações (sensação do coração a bater rápido e de forma incerta), dor no peito, dificuldade em respirar ou até desmaios, entre outros. Algumas pessoas podem não ter qualquer sintoma, em particular quando é um problema permanente e tem uma frequência cardíaca baixa. A fibrilhação auricular pode ser diagnosticada com recurso a um simples eletrocardiograma. Existem outras formas para a identificar, incluindo a utilização de alguns smartwatches ou através de exames mais específicos.

A principal complicação da fibrilhação auricular é o  acidente vascular cerebral, cujo risco aumenta, em média, cerca de 4 vezes. Este risco pode ser minimizado com a toma de medicamentos anticoagulantes (para diluir o sangue). Habitualmente, esta medicação deverá ser tomada pela maioria dos doentes com fibrilhação auricular, com mais de 65 anos e para o resto da vida. Além dos anticoagulantes, poderá ser preciso tomar medicação para controlar a frequência da arritmia. E em alguns casos também é necessária a realização de uma ablação, procedimento invasivo semelhante a um cateterismo cardíaco, uma alternativa para o controlo da arritmia. O médico poderá ajudar a identificar o tratamento mais adequado e definir o plano de vigilância necessário, para evitar as complicações da fibrilhação auricular.

A fibrilhação auricular é uma das arritmias mais frequentes, afetando cerca de 2,5% das pessoas com mais de 40 anos.

Apesar de pouco frequente em jovens, a sua prevalência aumenta de forma significativa acima dos 65 anos, estimando-se que uma em cada dez pessoas com mais de 80 anos sofram de fibrilhação auricular.

A fibrilhação auricular é uma arritmia com origem nas aurículas do coração, que se caracteriza por um ritmo cardíaco irregular e, muitas vezes, acelerado.

As aurículas deixam de bombear o sangue de forma adequada para os ventrículos, dilatam e formam-se coágulos de sangue no seu interior, que, caso se libertem para a circulação, podem provocar um acidente vascular cerebral. Por outro lado, os batimentos irregulares e rápidos fazem com que o coração seja menos eficiente, podendo levar a insuficiência cardíaca.

Dependendo da sua duração, a fibrilhação auricular pode ser paroxística (minutos a dias), persistente (mais de sete dias) ou permanente (quando se assume que o coração ficará para sempre com a arritmia).

 

Na maioria dos casos, a fibrilhação auricular surge associada a outros fatores de risco e/ou doenças do coração, tais como a hipertensão arterial, a diabetes, o excesso de peso, o enfarte agudo do miocárdio, as doenças das válvulas cardíacas, entre outras. A fibrilhação auricular pode ainda ser precipitada pelo álcool, pelo exercício intenso, pelo stress e por distúrbios do sono. No entanto, a fibrilhação auricular pode surgir em pessoas saudáveis, sem fatores de risco ou antecedentes de doença cardíaca.

A fibrilhação auricular pode provocar palpitações (sensação do coração a bater rápido e de forma incerta), dor no peito, dificuldade em respirar ou até desmaios, entre outros. Algumas pessoas podem não ter qualquer sintoma, em particular quando é um problema permanente e tem uma frequência cardíaca baixa. A fibrilhação auricular pode ser diagnosticada com recurso a um simples eletrocardiograma. Existem outras formas para a identificar, incluindo a utilização de alguns smartwatches ou através de exames mais específicos.

A principal complicação da fibrilhação auricular é o acidente vascular cerebral, cujo risco aumenta, em média, cerca de 4 vezes. Este risco pode ser minimizado com a toma de medicamentos anticoagulantes (para diluir o sangue). Habitualmente, esta medicação deverá ser tomada pela maioria dos doentes com fibrilhação auricular, com mais de 65 anos e para o resto da vida. Além dos anticoagulantes, poderá ser preciso tomar medicação para controlar a frequência da arritmia. E em alguns casos também é necessária a realização de uma ablação, procedimento invasivo semelhante a um cateterismo cardíaco, uma alternativa para o controlo da arritmia. O médico poderá ajudar a identificar o tratamento mais adequado e definir o plano de vigilância necessário, para evitar as complicações da fibrilhação auricular.

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